Aradas, 07 de Maio de 2008
Olá amiga Eliana:
Na próxima terça-feira, vou para a tua casa, passar aí a semana, conforme combinámos.
Quem me vai levar, de carro, é o meu avô.
Estava aqui a pensar que nessa semana podemos ir ao cinema e fazer muitas outras coisas. Podemos montar a piscina para nadarmos e brincarmos. Também podemos jogar às cabeleireiras etc…
Sempre que quiseres vamos almoçar ou jantar fora ou também podemos organizar algumas saídas com os nossos amigos.
No último dia podemos convidar os teus pais e os nossos amigos para uma grande festarola lá em casa.
Que achas? Se concordares podemos ter uma semana muito gira.
Beijinhos e até terça-feira.
Rita Mafalda
No fundo do mar
Não há ar
Mas todos os peixes
Sabem nadar
No fundo do mar há corais
Onde os peixes podem viver
É nesta ambiente
Que eles vão crescer
Nas profundezas do Oceano
Há peixes de muitos tamanhos
Há peixes cor de laranja
E há também castanhos
Escondidos no barco pirata
Estão os peixes no fundo do mar
São belos os peixes
E são de cor de prata.
João Miguel
Tubarão-azul
Tubarão-baleia
Tubarão-branco
Tubarão-cabeça-chata
Tubarão-cobra
Tubarão-corre-costa
Tubarão-da-groenlândia
Tubarão-de-focinho-negro
Tubarão-de-galápagos ~
Tubarão-de-pontas-brancas-de-recife
Tubarão-de-pontas-negras
Tubarão-duende
Tubarão-elefante
Tubarão-galha-preta
Tubarão-leopardo
Tubarão-limão
Tubarão-lixa
Tubarão-mako
Tubarão-Mangona
Tubarão-martelo
Tubarão-megaboca
Tubarão-raposa
Tubarão-tigre(tintureira)
Tubarão-touro
(João Alves)
Poesia dedicada a todas as mães, e em especial às mães destes alunos… eles esforçaram-se por fazer o melhor… ajuda daqui, ideia dali… todos ajudaram a construir estas poesias e por isso merecem parabéns!
Trabalhos que fizemos para o "Dia da Mãe":
Mãe…
Mãe, gosto muito
de ti.
Sei que também
Gostas de mim…
És linda como…
… uma flor!
És um grande…
…amor!
És amiga do coração
És a minha maior
Paixão…
Mãe, és querida
A valer!
Dou-te um beijo,
Podes crer!
João Miguel
..........................
Mãe, gosto muito
de ti.
Também sei que
Gostas de mim…
És linda como…
…uma flor.
Tal como o amor!
És alegria
De aprender
A viver…
Minha mãe
Amor e coragem
És a melhor mãe.
João Bastos
..........................
O dia da mãe é um dia muito especial.
Este dia é para nós nos lembrarmos que todos os dias do ano, ela cuida de nós.
A minha mãe é muito minha amiga. Ela ajuda-me a fazer os meus trabalhos de casa.
Ele sabe que eu a adoro sempre todos os anos…
Quando eu quero um chocolatinho ou um “brinquedozito”, a minha mãe deixa-me comprar.
A minha mãe é do melhor. É a melhor mãe dos Universos todos!
Ah! Já me ia esquecendo que ela faz muitas comidas que eu gosto.
Daniel
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Mãe, és muito bonita
Proteges-me…
de todo o mal do mundo!
Contentas-me…
…quando estou triste!
Gosto muito de ti.
Tens coragem para tudo.
Amo-te…
…do fundo do meu coração!
Henrique
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És corajosa
Esperta
Brincalhona
Gira
Forte
... ajudas-me a fazer muitas coisas!
És engraçada
E algumas vezes... marota!
Mas és sempre uma grande mãe…
Gabriel
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A minha mãe
Adora preto, branco
Rosa e azul.
Ela gosta
De trabalhar.
Ela ajuda-me
A fazer
… os trabalhos.
E ela gosta
De mim!
Ana Raquel
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Mãe é:
Uma pessoa carinhosa
Sempre pronta a ajudar
Quando me vê em apuros
Vem-me logo salvar.
A mãe é divertida,
Gosta muito de trabalhar,
De fazer jogos
E por vezes brincar.
Margarida Sá
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Mãe
Mãezinha querida,
Do coração
Mãezinha querida
Estás sempre à mão
E quando algo
corre mal
Tu vais até mim
E aí, não há mãe sem igual
Por isso
Quero-te dizer,
Que com uma mãe assim
não há mais nada para querer
Bernardo Santos
_ 5 Ovos
_ 1 Lata leite condensado
_ 2 Colheres e meia de farinha custard/maizena
_ Leite meio gordo
_ Bolachas Maria torradas/palitos la reine
_ Natas (2 pacotes).
Modo de preparação:
Num recipiente colocar o leite condensado, juntar 5 gemas, 2 colheres e meia de farinha e mexer bem.
Entretanto colocar num tacho 3 latas de leite, deixar ferver um pouco e de seguida juntar o creme anteriormente preparado. Mexer sempre lentamente até ficar consistente.
Numa travessa rectangular, colocar o creme, em cima deste juntar as bolachas. Bater as natas e juntar. Levar ao frio. Decorar com fruta ou bolacha ralada.
ARROZ NO FORNO (pela avó do Alex)
Ingredientes:
1 cebola média
100 gr de presunto
100 g de carne gorda de porco
100 g de carne de galinha
1 dl de azeite
1 Ramo de salsa
2 Chávenas almoçadeiras de arroz
4 Chávenas almoçadeiras de água
sal q.b.
Faz-se uma calda com o presunto, a carne gorda, a galinha, a cebola cortada às rodelas e a salsa, deixa-se ferver até a carne estar cozida .
Depois da calda preparada deita-se o arroz num alguidar de barro ou assadeira e deita-se-lhe um fio de azeite, mexe-se bem o arroz, o que vai permitir que o arroz fique bastante solto.
Por fim, junta-se-lhe a calda a ferver e vai ao forno.
BOLO DE IOGURTE
2 Chávenas de açúcar
2 Chávenas de farinha
1 Chávena de óleo
6 Ovos
1 Colher de chá de fermento
1 Iogurte
Batem-se os ovos com o açúcar, depois acrescenta-se o óleo, de seguida o iogurte depois deita-se a farinha e o fermento e por fim deita-se a massa numa forma untada de manteiga e farinha por fim vai ao forno 45 minutos.
BOLO DE BOLACHA (pela mãe do Ricardo)
Ingredientes: Mousse de chocolate e bolacha Maria
Preparação da mousse de chocolate de acordo com as instruções da embalagem
Depois colocar num recipiente camadas alternadas de mousse e de bolacha Maria.
A liberdade dá-nos a oportunidade de sermos livres.
Ser livres é ter a liberdade.
A liberdade começou em Portugal a existir em 25 de Abril do ano de 1974.
A liberdade é para todos nós.
A liberdade circula no mundo todo e todos ficamos alegres.
Na liberdade podemos fazer o que quisermos sem faltar ao respeito a ninguém.
A liberdade está em nós!
Miguel
Quem não se lembra da canção do “Cuco na floresta”?
Nós, na nossa sala, aproveitámos a música e acrescentámos mais duas estrofes… ora tentem lá cantar!
Estava na floresta
Um cuco a cantar
Por trás duma giesta
Nós fomos escutar
Cu cu cu cu cu
Cu cu ru cu cu
A noite estava escura
E não tinha luar
Ouvia-se lá ao longe
Um lobo a uivar;
Au, au, au, au, au
Au au, au, au, au
Estava no jardim
Um grilo a grilar
Chegou ao pé de mim
E começou a cantar
Gri, gri, gri, gri, gri
Gri, gri, gri, gri, gri
Estava ao pé dum lago
Um pato a nadar
Parou de repente
E começou a grasnar
Quá, quá, quá, quá, quá
Quá, quá, quá, quá, quá
Turma do 3.º ano
Nós muito atentos
E sentados na cadeira
Vamos ver o Pinóquio
Um boneco de madeira!
O espectáculo vai começar
E nós muito ansiosos
Começamos a olhar…
Pinóquio da escola não gosta
Só se mete em confusão
Ao Gepeto dá um desgosto
Mas mesmo assim…
… Não muda não!
Só pensa na brincadeira
Cai em todas as lérias
E com os companheiros
Vive muitas peripécias.
Mas tem bom coração
E para o pai salvar,
É engolido por um tubarão
E a casa vai voltar.
É então que ele pensa
E cai na realidade
E como recompensa
Fica menino de verdade!
O teatro acabou
E todos aplaudimos
Entusiasmados
O trabalho dos actores
Um pouquito cansados!...
(escrita pelo Tiago com uns pozinhos da Professora)
A ida ao teatro
Nós fomos ver a peça de teatro Pinóquio – aventuras de um boneco - ao estaleiro do parque Municipal de Aveiro.
O Pinóquio era um boneco feito de madeira.
Ele não gostava da escola.
Depois de muitas aventuras encontrou um amigo, o Palito, que o levou para a Cidade da Brincadeira. Lá ele transformou-se em burro.
Mas, como fez boas acções e tinha bom coração, Pinóquio transformou-se num menino de verdade.
Com o Pinóquio aprendemos que não se deve mentir, não se deve fugir de casa, não se deve falar com pessoas estranhas e que devemos fazer o que os pais mandam.
Nós adorámos o teatro!
Texto colectivo – 3.º ano
No dia 21 de Abril de 2008, segunda feira, a turma do 4º ano da EB1 de Leirinhas foi de autocarro, ao Estaleiro de Aveiro, assistir a uma peça de teatro chamada Pinóquio.Quando chegámos, estivemos sentados à espera que nos chamassem. Entretanto começaram a chegar mais turmas e mandaram-nos entrar. Indicaram-nos os lugares e sentámo-nos.
Passados uns minutos a peça começou. O teatro falava de um senhor chamado Gepeto que construia bonecos de madeira e um dia resolveu construir um boneco que desse saltos mortais.
Gepeto fez então um boneco chamado Pinóquio que fazia muitas travessuras. No final este boneco foi transformado por uma fada num rapaz de verdade.
A partir daí o Pinóquio passou a ir à escola e a trabalhar para ajudar o pai (Gepeto). Tanto o pai como o Pinóquio viveram felizes para sempre.
Quando terminou a peça regressamos à escola de autocarro.
Gostámos muito do teatro e aprendemos que sem trabalho (estudo) não seremos ninguém.
"Há Fogo na Floresta" de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.
Bolo Fernandel
Ingredientes:
250gr. de açúcar
125gr. de manteiga
5 ovos
125gr. de açúcar
125gr. de farinha
Bate-se o açúcar com a manteiga derretida até ficar em creme. Juntam-se as gemas, uma a uma, e depois o chocolate derretido. A seguir as claras em castelo e por fim a farinha.
Vai ao forno a uma temperatura de 170 graus durante 35 minutos.
Ah, já me esquecia, o segredo está na maneira como se batem os ingredientes, mas isso só o meu Pai é que sabe…
Bom apetite.
A visita de estudo.
Nós fomos ao Museu Marítimo de Ílhavo, logo no início do 3.º período. Quando lá chegamos vimos um filme sobre a pesca do bacalhau. A seguir vimos uma pequena exposição de instrumentos usados antigamente nessa pesca e ficamos a saber que os anzóis eram da forma de um peixe para enganar o bacalhau. Depois entrámos no Faina Maior, que é uma espécie de barco onde nos foi explicado tudo sobre a vida dos marinheiros durante os seis meses que permaneciam na Terra Nova, longe das famílias. Eles iam para o alto mar em pequenos barcos os “Dóris” e só quando este estava cheio é que regressavam ao Faina Maior, para preparar o bacalhau que chegaria a Portugal. Também ficamos a saber a função do Troteiro, do Parte cabeças e do Escalador, a bordo do Faina Maior. A vida dos pescadores era muito difícil… vimos a retrete dos oficiais, o seu quarto e o local onde tomava as refeições, assim como a louça que utilizavam; os restantes marinheiros dormiam junto da cozinha do barco e comiam em pratos diferentes dos oficiais. Ouvimos uma história sobre dois pescadores. Continuamos a visita e entramos numa sala onde estavam barcos moliceiros, barcos saleiros e a erveira de Canelas todos em tamanho real. Ainda vimos a exposição de barcos em miniatura e uma exposição de conchas. Foi uma visita muito interessante.
Texto colectivo elaborado pelo 3ºano

























